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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Band of Horses: Hag


Do último disco "Why are you OK"...

terça-feira, 28 de junho de 2016

sábado, 25 de junho de 2016

Johnny Cash: Hurt (II)




Rick Rubin fez uma maravilhoso trabalho com Cash nos "American Recordings". Este é sem dúvida um dos melhores momentos dessa colaboração...

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Danny Elfman: It Only Makes Me Laugh (II)



Claro que eu não podia partir o braço como outra pessoa. Tinha que ter uma história mirabolante a servir de apoio. Obviamente, esta música é a banda sonora das próximas semanas :) Esta é a música que eu ouço sempre que o universo me prega uma partida.

Does it hurt? It really doesn't matter...

PS: Esta música foi publicada a seguir ao meu acidente mas por algum motivo que desconheço, foi apagada.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Love: Live and Let Live



Acabei de ver um avô com o seu neto ao colo. A imagem em si não tinha nada de verdadeiramente diferente de tantas outras, mas isso não me impediu de a achar lindíssima. Pensei que há algo superior na relação entre o avô e o seu neto. É uma mistura de uma ligação directa com algo mais afastado. Uma espécie de Folk-Rock Psicadélico. Love. Forever Changes.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Simon & Garfunkel: El Condor Pasa


Poucas coisas me deprimem mais do que ouvir "El Condor Pasa" em Pan flute. Poderia pensar porquê, mas sinto que para isso deveria deitar-me no meu sofá. Mas, combinamos, eu e o sofá, que seriamos a versão super-herói do outro. Onde um está, ou outro não está. Ainda não decidimos quem é o super-herói, mas provavelmente será o sofá. Isso porque, assim que me deito lá, especialmente se levar comigo um kindle analógico, daqueles com folhas, adormeço logo.

Depois desta inútil introdução, queria dizer que gosto muito desta música na versão do génio e da voz bonita (podem escolher quem é quem). Não só não deprimo, mas viajo um pouco até as misteriosas cidades do ouro. Gosto muito de lá ir.

PS: Totalmente grátis, uma versão desta música em Pan Flute! Confesso que queria colocar a versão de um senhor chamado Alexandro Querevalú, que aterrou recentemente mas não permitia embeber vídeos, o que compreendo totalmente.
PPS: Com um vídeo de imagens... Ainda fica "melhor".
PPPS: O vídeo tem 10,699,383 de visualizações!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Tobias Jesso Jr.: Without You



Às vezes sinto-me um polígono. Cheio de lados e arestas. Parece que vou em tantas direcções diferentes que me perco.

Um ser assim é difícil de abraçar...

Fairport Convention with Sandy Denny


Voltou a acontecer. Não consigo desligar-me da Sandy. Há tão pouco para ver dela que a este pequeno minuto crescem braços que chegam para nos abraçarem. Um bom dia!

domingo, 19 de junho de 2016

Fairport Convention: Farewell, Farewell (II)


Sandy Denny gravou três discos com os Fairport e são os três essenciais: "What We Did on Our Holidays", "Unhalfbricking" e "Liege & Lief". Todos foram editados em 1969. Esta música é retirada deste último, "Liege & Lief", que é muitas vezes considerado o "definitive British folk-rock album".

"Farewell, Farewell" é das músicas mais suaves que conheço. É uma música que embala e nos deixa a flutuar. Ouve-se, e ouve-se e ouve-se...

sábado, 18 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Monty Python's: Galaxy Song


Depois do universo me ter dado grande porrada, de repente, trata-me tão bem que até me sinto em dívida... :)

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Sleeping at Last: Hearing


Esta banda, que aos poucos se foi tornando no projecto solo de Ryan O'Neal, tem um lugar especial no Unisex Music. Muitos poderão considerar esta música "cafona", mas o que é certo é que não falho um único disco. Praticamente todos os álbuns são conceptuais e, depois dos oceanos, meses, planetas, entre outros é a vez dos sentidos...

The Beatles: I'm so Tired


Nesta noite foi muito complicado dormir... Assim, a banda sonora é óbvia.

Oscar Hamod & The Majestics: Got to Have your Lovin'


Uma das músicas do ensaio de hoje. É Top Secret ;)

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Mary Lattimore: Otis Walks Into The Woods

Retirado de "At the Dam", uma excelente companhia para este fim de noite...

Cat Stevens (ou Yusuf Islam): Father and Son (II)


Tenho uma estranha forma de falar comigo. Falo-me com músicas. Hoje, ao acordar com esta música na cabeça, quer dizer que está na hora de um balanço. Parece que a presença do meu aniversário está a acordar um astrónomo que desconhecia em mim. Apesar de saber que estará ligeiramente diferente, procuro verificar se a configuração interstelar dos próximos dias está semelhante à do meu nascimento.

(Re)definir o que é importante e, eventualmente, comparar com expectativas...
Acredito que só se nasce com a criação da nossa primeira memória. Acredito ainda que renascemos sempre que a nossa memória mais forte é alterada, passando, pelo meio, por uma espécie de morte; "in limine mortis". Isto faz-nos confundir a constelação de Gemini com o seu genitivo Geminorum. Troca sombras de sítio. Muda, não altera apenas a aparência.

sábado, 11 de junho de 2016

Ludwig van Beethoven: Moonlight Sonata (1st Movement)


No final tudo é tão volátil... Sinto que de forma quase booleana me transformei num menino de coro. Uma boa noite...

sexta-feira, 10 de junho de 2016

The Beach Boys: God Only Knows (II)


Os Beach Boys e os Beatles foram-me apresentados numa fase em que tinha descoberto o Hard-Rock e o Heavy-Metal. Qualquer forma musical com um número de notas inferior a 103 por minuto eram, naquela altura, estilos menores. Por isso, quando pessoas com bom gosto, e que até usavam ocasionalmente uma t-shirt com caveiras, me recomendaram o "Pet Sounds" e o "Abbey Road", tive que responder sussurrando, até um pouco envergonhado, "A sério?".

O "Pet Sounds", claramente Brian Wilson: todas as músicas têm-no como autor ou co-autor, é uma verdadeira aula de Geologia. A forma como cada camada musical se adapta às outras faz-me lembrar a crosta terrestre. Algumas camadas foram formadas por sedimentação, onde um trabalho árduo e paciente fez com que suavemente tudo se fosse encaixando, com influências trazidas de perto (latas de coca-cola) ou de mais longe (cães a ladrar). Outras camadas foram formadas por magmatismo, expelidas do (in)consciente mais profundo de Wilson e outras camadas por metamorfismo, pelo contacto com outros géneros musicais.

Como qualquer disco dos Beach Boys, o ponto forte está nas harmonias vocais e neste capítulo, o disco está perfeito. Por isso, enquanto não começa logo o concerto de Brian Wilson, no Primavera, resta-me voltar a ouvir este fabuloso disco, mais uma vez. E outra. E outra...

PS: Tive informações privilegiadas que o concerto será emotivo. Estou mesmo curioso... Bem, só me resta dizer, Brian, até já!

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Hearts and Flowers: The view from Ward Three


Este tema, retirado do fantástico, "Now is the Time for Hearts and Flowers", é apenas um dos muitos excelentes temas que podem ser encontrados neste disco de 1967. O primeiro tema que me apeteceu partilhar foi uma versão da música "Please" dos Kaleidoscope. O disco está cheio de bons temas como tais como "Rain, rain", "Save some time" ou o já referido "Please"...

Kate Bush: Wuthering Heights

sábado, 4 de junho de 2016

Mount Analog (feat. Karl Blau): That's How I got to Memphis

Descobri recentemente que não comunicava bem. Sempre achei o oposto. Aperceber-se disto é ser um pouco super-homem. Por um lado porque não é fácil e por outro obriga-nos a virar-nos do avesso; é colocar a roupa interior por fora das calças... Cada vez mais super-homem.

As novidades bombásticas, afinal vão ter que esperar. Eram umas gravações da banda de que faço parte, que brevemente deverá actuar ao vivo para fazer a primeira parte de uma grande banda de renome internacional, assim como as datas prováveis de alguns concertos. Confesso alguma ansiedade para partilhar... mas estamos ainda a decidir se guardamos a surpresa para o grande dia ;)

PS: A banda não tem nada a ver com este tema, alias está no lado oposto do espectro musical: nós tocamos rock de garagem dos anos 60!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

The Muppets: Time in a Bottle (II)

Desde miúdo que a noção do tempo é algo que me aflige. O infinito - que só o é pela falta de tempo - cedo materializou-se numa forma física, quase palpável, na distância entre os reflexos de dois espelhos frente a frente. Para uma criança conseguir abraçar os objectos mas não as suas imagens é algo de quase sobrenatural.

Num universo em expansão, o espaço fica inevitavelmente ligado ao tempo de várias formas, mas principalmente pela velocidade (velocidade = distância / tempo). Com o passar dos anos, a minha noção do tempo mudou, talvez porque a velocidade com que viajamos também se altera, mas principalmente pela sua (uni?)direcionalidade.

O tempo é sem dúvida o nosso bem mais precioso. Espero que não me falte tempo para poder partilhar o que tenho e o que ainda não disse, preferencialmente em silêncio...

PS: Jim Croce morreu num desastre de aviação com apenas 30 anos.
PSII: É o próprio Jim Henson quem faz, no vídeo, de cientista, já preocupado com o final da sua vida e em deixar a sua obra inacabada.
If I could save time in a bottle
The first thing that I'd like to do
Is to save every day till eternity passes away
Just to spend them with you

The Vapors: Turning Japanese

Um tema que eu colocava em todas as compilações que fazia para os meus amigos... So cooooool!
PS: Brevemente, vão poder encontrar aqui uma novidade bombástica.