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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Elvis Presley: An American Trilogy (II)


Retirado de "If I Can Dream: Elvis Presley with the Royal Philharmonic Orchestra". Este projecto, lançado no final do ano passado, tinha-me passado ao lado. Basicamente acrescentaram orquestrações e alguma guitarra à "Twin Peaks" às gravações do Elvis mas o resultado, na minha opinião, ficou muito dramático - e eu sou um dramático. Do que ouvi até agora não se ganha muito e até me lembrei do manager do Elvis que, por ele, não se acrescentava nada à voz do Elvis. Nem um instrumento. Eu talvez tivesse ido por aí. Há no disco algumas colaborações sonantes mas ainda não cheguei lá e não sei se me apetece :-)

Seja como for, qualquer desculpa para voltar a ouvir este fabuloso tema, vale a pena.

PS: Elvis, raramente influenciado na escolha de temas para incluir no seu reportório abriu uma excepção para esta canção. Foi Priscilla que, pouco depois de sair de casa, ouviu na rádio a versão original de Mickey Newbury, voltou para trás porque tinha que a mostrar. Elvis declarou que era uma "Damn, damn good song". Obrigado Priscilla!

terça-feira, 26 de abril de 2016

Kiss: I Was Made for Lovin' You


Não é nada fácil ser "Kiss"! Toda esta pintura, toda esta energia... Mesmo sendo um tema desprezado pelos fãs, este "I Was Made For Lovin' You" continua a ser um incontornável da banda e uma das músicas mais tocadas ao vivo.
PS: O solo de guitarra faz-me sempre lembrar um dos solos do "The End" dos Beatles...

terça-feira, 19 de abril de 2016

Heron Oblivion: Beneath Fields

Tema de abertura do primeiro disco da banda que foi lançado no passado mês de Março. O disco fica num cruzamento entre um "Space Rock" e "Post Rock", com um toque psicadélico. À primeira audição pareceu-me muito interessante...

The Magnetic North: Signs


Barricado cheio de discos promissores, mas para já "Prospect Of Skelmersdale", donde é retirado este tema, foi o primeiro disco a fazer-me baixar o meu livro, levantar-me, e ver o que estava a ouvir. Espero levantar-me mais vezes nas próximas horas :-)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Oingo Boingo: Controller

Retirado do primeiro e fantástico primeiro disco da banda "Only a Lad" (1981), este é um dos muitos temas divertidos que se pode encontrar lá. Como sempre deve-se realçar a fantástica guitarra de Steve Bartek, o "orquestrador" de Elfman.

Nat King Cole: Smile


Uma das mais belas melodias de Chaplin numa das versões mais bonitas...

sábado, 16 de abril de 2016

Paul Simon: Homeless (II)

Retirado do fantástico "Graceland", um dos meus temas preferido de um dos meus discos preferidos.

Don McLean: American Pie (II)

Retirado do disco homónimo que contêm ainda o fantástico "Vincent (Starry Starry Night)", entre muitas outras músicas interessantes.

Sousou & Maher Cissoko: Jaliya Mouta

Para além da música, um vídeo lindíssimo...

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Matthews Southern Comfort: Road To Ronderlin

Banda criada por Iain Matthews, que chegou a participar nos Fairport Convention num dos três melhores discos do grupo: "What We Did on Our Holidays".
PS: Os Vetiver têm uma versão muito interessante desta canção...

Mozart: Lacrimosa


Embora existam muitas dúvidas sobre que partes são de Mozart, já que esta obra foi concluída postumamente, este movimento retirado de "The Requiem Mass in D minor (K. 626)" é sublime...

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Love: Signed D.C. (II)


Os três primeiros discos dos "Love" são incontornáveis na minha discografia: "Love", "Da Capo" e, claro, o "Forever Changes". Destes três discos podem destacar-se praticamente todas as músicas. Este tema é retirado do primeiro disco "Love" (1966). Se o génio Arthur Lee fosse um pouco menos... génio, teriam atingido uma outra projecção e certamente continuado a produzir mais álbuns fantásticos.

Ainda em relação a Arthur Lee, a revista Blender, colocou-o como o 37º artista mais maluco de sempre e escreveu o seguinte:
Chemically enhanced Love frontman and jailbird
Case History: In 1968, Lee's band, Love, ingested a steady diet of grass, acid and heroin to make the apocalyptic masterpiece Forever Changes. Lee dropped out of sight in the '80s amid rumors of addiction and homelessness, and spent two years in jail after violating probation on an arson charge. In 1996, he was sentenced to 12 years in prison for firing a gun while arguing with a neighbor; he was released — after serving five years — on a technicality.

Craziest Moment: While in prison, Lee found God, and later got Love back together on His orders.

I love Love... the band, of course ;)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

Anoushka Shankar: Boat To Nowhere

Anoushka Shankar tem um novo disco com o nome de "Land of Gold" e tem como inspiração a tragédia dos refugiados. É impossível não fazer lembrar a colaboração entre o seu pai, Ravi Shankar, e George Harrison que culminou no "The Concert for Bangladesh" que tinha por objectivo ajudar os refugiados do Paquistão Oriental, agora Bangladesh. Este disco conta com a participação da rapper M.I.A., da actriz Vanessa Redgrave, do baterista Manu Delago e da produção de Matt Robertson (normalmente associado a Björk). O disco tem momentos muito interessantes, principalmente quando a sua música se funde com sonoridades mais ocidentais sem perder a sua identidade. O tema "Land of Gold" que conta com a participação de Alev Lenz tem ainda um toque Celta curioso. Alguns temas como este "Boat to Nowhere", "Dissolving Boundaries" ou o fantástico "Crossing the Rubicon" merecem destaque.

Lonnie Mack: Why?

Último tema do excelente "The Wham of That Memphis Man!" (1964). Sobre este tema o crítico de música Greil Marcus (não gosto muito de críticos mas os que dizem bem são uma excepção) disse:
"A soul ballad so torturous, so classically structured, that it can uncover wounds of your own. Mack's scream at the end has never been matched, God help us if anyone ever tops it."

Blondie: Danceway

Retirado do último disco dos Blondie: "The Hunter" (1982) - só estou a considerar a primeira fase. Este disco, embora reconheça que possa ser o mais fraco da banda, contém temas muito interessantes e passou muitas vezes no meu leitor quando ainda era adolescente. Este fantástico "Danceway" era, e ainda continua a ser, um fabuloso tema para dançar. Yeah!

Laura Gibson: Empire Builder

Tema que dá o nome ao seu último disco...

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Frank Sinatra: In the Wee Small Hours of the Morning (II)

Primeiro tema do meu disco preferido de Sinatra: "In the Wee Small Hour" (1955). Este é um dos primeiros discos conceptuais da história, centrado em melancolia, e sem dúvida, inspirado no romance falhado com Ava Gardner que traumatizou Sinatra. Impossível não referir ainda os fantásticos arranjos de Nelson Riddle. Um grande, grande, grande disco.

Boubacar Traoré: Hona

Mais um tema do excelente "M'Balimaou"...

Frank Valli: Grease (III)

Esta composição de Barry Gibb, tem como pontos fortes a guitarra de Peter Frampton e a voz do fantástico Valli, embora este último esteja num registo diferente do habitual...

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Gem Club: Marathon (II)

Não sei porquê mas lembrei-me do poema "Leisure" de W. H. Davies:
What is this life if, full of care,
We have no time to stand and stare.
No time to stand beneath the boughs
And stare as long as sheep or cows.
No time to see, when woods we pass,
Where squirrels hide their nuts in grass.
No time to see, in broad daylight,
Streams full of stars, like skies at night.
No time to turn at Beauty's glance,
And watch her feet, how they can dance.
No time to wait till her mouth can
Enrich that smile her eyes began.
A poor life this if, full of care,
We have no time to stand and stare.

Iron Maiden: Prowler


Primeira música do primeiro disco dos Iron Maiden, hoje a primeira a tocar...

quinta-feira, 7 de abril de 2016

John Lennon: Crippled Inside

Praticamente toda a música que ouço, ouço-a a partir do álbum. Para mim ainda é muito importante este conceito. Dei por mim a pensar que muitos temas incontornáveis da música, neste formato, deixam numa posição difícil a música seguinte. Esta canção ocupa um dos lugares mais difíceis de qualquer discografia, fica a seguir ao "Imagine". Pensei ainda que fico contente que o "Rock 'n' Roll Suicide" é a última música do disco...

Blondie: Heart of Glass (III)

Um dos meus temas preferidos de sempre e uma das primeiras músicas que me lembro de gostar. Lembro-me de ser pequeno e entrar em pânico com a possibilidade de me esquecer desta música. Felizmente não aconteceu. O mundo é pequeno, há muita música, mas esta é muito grande. Mais tarde descobri o álbum "Parallel Lines" (1978), terceiro álbum da banda, que se tornou um dos meus discos preferidos e ainda mais tarde descobri a produção de Mike Chapman. Acredito que sem ele, temas como este, ou "Fade Away and Radiate", não existiriam. Basta ouvir-se a primeira versão do "Heart of Glass", sem o seu toque, para perceber a sua importância. Acho que vou agora voltar a ouvir o disco todo!

quarta-feira, 6 de abril de 2016